segunda-feira, 28 de junho de 2010

Recado IMPORTANTE!!!!

Um recado da autora:

"A próxima série será postada logo após.

Letícia e Isabella descobriram coisas inimagináveis, acompanhem para ver o final desse enredo deliciosamente sangrento.

Suas origens humanas vão ser confirmadas, e novas escolhas serão feitas.

Não percam:

“Desejo de Sangue, da saga Kid of Night!”

Letícia"

Pósfácio: Uma escolha

Letícia e Isabella abandonam a vida no palácio , e abraçam a vida nômade , elas vagam para o norte , e seguem uma vida - se isso pode ser chamado de vida - sem regras, elas não olham para trás.

Fim

11º Capitulo

Isabella continuava na floresta aos arredores de algum lugar desconhecido.
Dias depois, Isabella estava em cima da árvore olhando a paisagem, quando resolve ir caçar.
Ela persegue um pescador que estava no litoral e após a caçada relativamente fácil demais, ela volta sem pressa alguma de esconde r sua pele sobrenatural sobre o sol da manhã.
Voltando para o acampamento que a Letícia havia armado encima de uma sécoia gigante, tomando caminhos diferentes do normal ela descobre um lugar estranho e lindo, onde a água jorrava da terra em jatos grandes e poderosos só que praticamente queimando tudo, o ar, as rochas e soltando vapor.
Um gêiser.
Lembrou-se de explorar a biblioteca real um dia, e ver nas gravuras dos livros, imagens e definições exatas e cheias de conhecimento, ela nunca tinha visto um pessoalmente, a experiência foi única.
As irmãs não faziam noção de como a definição de um gêiser é irônica para a suas personalidades.Um gêiser é formado de água, o que certamente se identifica com Isabella, mas é também um jato de fogo sobre as piscinas naturais, fogo, Letícia.
O jato de água quente é lindo aos olhos de quem consegue ver cada molécula de água se expandindo no ar e lançando em torno de sua magnificência espectros de cores e luz; de quem consegue sentir o magma queimando por suas veias, preenchendo com solavancos a palma fria que incendeia de poder.
Uma mistura tão original que só poderia ser obra de deus.
Tivessem elas essa sorte.

10º Capítulo

Letícia segue o rastro de Isabella, e sentia que ela estava perto. Letícia para em frente ao mar.

- Eu não entro no mar, é sujo e vai molhar as roupas.

Letícia olha ao longe, e percebe um brilho apagado na floresta. Ela prefere ir até a floresta para ver o que era.
[...]
Quando chega mais perto, ela percebe que o brilho era Isabella. Feliz por ver a irmã, mas surpresa por ter algo diferente nela.
-Isabella?

-Letícia, eu não te falei pra me deixar sozinha por um tempo?!
-Desculpe-me.
-Está tudo bem. Mas o que você veio fazer aqui?
-Eu vim te levar de volta ao palácio e...
-Meu lugar não é lá! Meu lugar é na natureza, com os animais e o mar, ah o mar, como este é belo...
-Isabella! Agora que eu percebi! Você não gosta mais de mim?
-Claro que gosto.
-Então vai me deixar lá sozinha?
-Porque você não fica aqui Letícia?
- Sulpicia, eu adoro a mamãe.
-Le, ela vai ficar bem, tenho certeza.
-Não! Por favor, volte comigo ao palácio, só para avisar aos outros que está bem.
-Eu não vou voltar mais lá...
-Então eu vou com você!
-Não!
-Por quê?
-Eu preciso ficar mais um tempo sozinha aqui. Volte para o palácio e diga para todos que você me viu na floresta, mas que não irei mais voltar.
-Mas...
-Chega de, mas. Volte para o palácio imediatamente.
-Não.Eu sou um diabinho, eu sei, nem que me joguem para longe , daqui não saio.
-Urgh que raiva!
-Mas isso é impressionante!Não sabia que tinha essa influencia maligna sobre você.
-Fica quieta Letícia.

sábado, 19 de junho de 2010

Capítulo 9º - Visão de Isabella

-Por que você não contou que lia pensamentos? – Perguntou Aro.

Abaixei a cabeça, e a próxima coisa que eu fiz foi sair dali. Fui direto para o quarto, sentei no chão e tentei me lembrar de minha vida passada...
Se eu consegui? Não, eu não consegui.
Me levantei lentamente e fui olhar o meu mar. Fiquei olhando o mar por minutos, admirando o dourado e o laranja em uma combinação perfeita...
Percebi que aqui não era o meu lugar. Meu lugar era longe daqui. Perto do mar, do meu magnífico mar. Foi a melhor coisa que eu fiz desde que virei vampira. Me troquei, peguei algumas roupas velhas, e pulei da janela. O vento batendo em meu cabelo, eu corri em direção ao mar.
Percebi que Letícia estava me olhando e disse que iria voltar e que iria ficar bem.
Fui mar adentro, e não percebi a profundidade dele. Sabia que minhas roupas iriam ficar molhadas, mas eu as trouxe só por precação.
O dia nasceu e fui caçar. Sai com minha mochila e minha roupa molhada que iria secar em um minuto, fui para a floresta e cacei um camponês rústico . O gosto não era igual ao de sangue de volterra, mas, deu pro gasto. Depois de uma manhã inteira caçando, fui ao vilarejo, em uma casa abandonada me olhar no espelho e tomar um banho. De lá, percebi que os meus olhos estavam tristes, pareciam chorar, mas não escorria lágrimas.

[...]

Mais a tarde, voltei ao mar para fazer companhia a ele. Na hora do pôr-do-sol, olhei para cima e vi aquele brilho que iluminava o mar inteiro. A luz refletia em mim, e iluminava ainda mais o mar...
Tentei me comunicar com Letícia, olhei seus pensamentos e vi que ela estava vindo me procurar...

Capítulo 8º

-Não vejo como ela possa ter tirando essa conclusão.
- Certamente. – Disse Letícia confirmando suas suspeitas.
- Se me der licença, tenho que me retirar.
Letícia sobe correndo até o quarto e escreve na escrivaninha de ébano que lhe até agora pertencia.
Ela desenrola um pergaminho e escreve na sua própria caligrafia:

Querida Sulpícia,
Sinto deixa-lá, mas não posso esquer-me do fato que Bells está sozinha lá fora, prometo que não me esquecerei de ti, minha adorável mãe.
Aqui me despeço de Volterra, talvez eu volte,

Atenciosamente.

Laeticia.


Saindo de seus devaneios, ela guarda em uma pequena maleta de couro seu vestido predileto com amarrações pretas no busto e tecido vermelho, e leva também um para Isabella e mais uma pedra preciosa que havia roubado do cofre.

Ela olha pela ultima vez antes de partir e sai pela janela sobre a segurança de seu manto negro.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

7º capítulo

Capítulo 7º
Logo após se fartarem de sangue, desceram calmamente a escada da sala principal. Lá encontraram Aro sentado em seu trono, com Caius e Marcus ao seu lado.
-Meninas, entrem, por favor. – Disse Caius
-Claro.
-Letícia, venha cá, por favor...
-Sim Aro.
Aro tocou sua mão, e viu que Isabella lia pensamentos. Ficou surpreendido pelos poderes de Isabella.
-Isabella...
-Sim Aro?
-Por que não nos contou que lia pensamentos?
Isabella abaixou a cabeça, e saiu correndo para seu quarto. Letícia foi atrás, mas Aro a impediu e disse que ela precisava ficar sozinha.
[...]
Já em seu quarto, Isabella senta no chão e tenta se lembrar de sua vida passada. Até que ela se levanta e pula da janela em direção ao mar que brilhava em dourado e laranja.
Mais tarde, Letícia sobe ao quarto e vê que Isabella não estava lá. Letícia percebe que há uma explosão de diamantes em direção à costa italiana, e percebe que era Isabella correndo.
Letícia desce novamente, corre em direção a Sulpícia, e diz que Isabella tinha fugido.
[...]
Na sala principal, Aro percebe que há um clima triste e pergunta a Letícia, a causa da tristeza.
-Aro... Eu não sei explicar.
-Calma minha querida, só me conte o que aconteceu, por favor.
-Sim Aro. Quando eu entrei no quarto, Isabella não estava mais lá. Senti seu rastro até a janela, depois eu a vi indo em direção a costa, depois entrando no mar. Depois eu não a vi... Mas ouvi sua voz na minha mente dizendo que ela iria voltar e que iria ficar tudo bem. O que me é estranho...
- Por quê?
-Porque sentia seu olhar perto de mim. Como se estivesse me observando...